Nova regra previdenciária não altera benefícios de servidores estaduais
| José de Anchieta, diretor-presidente do AcrePrevidência (Foto: Ângela Peres/Secom) |
A mudança no cálculo dos benefícios, aprovada no Congresso Nacional, foi sancionada com vetos pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira, 17. O diretor-presidente do Instituto de Previdência do Acre (AcrePrevidência), José de Anchieta, afirma que a medida não altera os benefícios dos servidores públicos do Estado.
A previdência do Acre concede aposentadorias por tempo de contribuição, por idade, por invalidez, compulsória e a especial dos professores, com vantagens diferentes das dos aposentados que recebem pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). “O regime do AcrePrevidência garante o benefício de 100% do valor do salário base, além dos acréscimos incorporados ao longo da carreira”, ressalta Anchieta.
No Acre, são mais de 11 mil servidores públicos aposentados e pensionistas, entre funcionários civis e militares estatutários. O AcrePrevidência atua sob a forma de autarquia, com a função de arrecadar, assegurar e administrar os recursos financeiros e outros ativos do Fundo de Previdência Social para o custeio dos proventos de aposentadoria, das pensões e de outros benefícios previdenciários previstos em lei.
A mudança - A Medida Provisória 676 (MP) foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira, 18, como alternativa, em que a fórmula usada para calcular a aposentadoria irá variar gradualmente de acordo com as expectativas de vida da população brasileira. O cálculo feito pelo fator previdenciário reduz o valor do benefício de quem se aposenta antes da idade mínima de 60 anos para mulheres e 65 anos para homens.
A emenda que altera o fator previdenciário estabelece a fórmula 85/95, em que o segurado também poderá optar pela não incidência do fator previdenciário, que permite a aposentadoria integral quando a soma da idade e do tempo de contribuição atingir 85 anos para mulheres e 95 para os homens.
As somas de idade e o tempo de contribuição prevista na medida serão acrescidas de um ponto em diferentes datas. O cálculo varia de acordo com a expectativa de vida, que se supõe aumentar a cada ano. De acordo com a MP, as somas de idade e de tempo de contribuição previstas serão acrescidas em um ponto em: 1° de janeiro de 2017, 2019, 2020, 2021 e 2022.
Da Agência de Notícias do Acre
19/06/15
Plano prevê corte de 30% na jornada e nos salários
A área técnica do governo fechou a proposta do programa de redução da jornada de trabalho e de salários, que deve sair até o fim deste mês como medida para controlar o aumento do desemprego na indústria. Pelo desenho proposto, ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, a jornada seria reduzida em 30%, mesmo porcentual que as empresas cortariam do salário. O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), porém, pagaria 15% do salário para o empregado.
Para os empregadores, a redução nos custos seria da ordem de 30%. Para os trabalhadores, o salário seria cortado em 15% porque contariam com o complemento do FAT, fundo responsável pelos pagamentos do seguro-desemprego e do abono salarial.
A proposta, batizada de Plano de Proteção ao Emprego (PPE), é vista com simpatia pelo Planalto e, principalmente, pela equipe econômica. As discussões foram comandadas pela Casa Civil, com apoio técnico do Ministério do Trabalho. Defensores da proposta consideram essencial colocá-la em prática para impedir o aumento do desemprego – a taxa de abril foi a maior em quatro anos.
Grandes empresas ainda fazem lobby para que o governo aumente o porcentual de redução da jornada e, consequentemente, do salário em até 50% (o FAT teria de bancar 25%).
Alemanha
O início do debate se deu há três anos, quando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC fez a proposta. Um grupo formado por representantes do governo, de sindicalistas e de patrões foi à Alemanha para se informar.
Na Alemanha, boa parte da indústria e dos sindicatos concorda em reduzir a jornada de trabalho e os salários, em caráter excepcional e com prazo de validade, para permitir que a economia atravesse a crise sem falências ou demissões. O instrumento foi muito usado para combater os efeitos da crise econômica de 2008, mas já tinha sido usado nos anos 60 e 80.
A redução da jornada e do salário precisa ser aprovada em assembleias com os sindicatos para ser implementada. É o que diz a Constituição, que impede a redução de direitos trabalhistas, a não ser por acordos desse tipo. Ficou decidido que o limite por trabalhador para a contrapartida do FAT será de R$ 1.385,91 (parcela máxima que o fundo paga de seguro-desemprego). Na outra ponta, a redução não pode fazer com que o empregado ganhe menos que um salário mínimo (R$ 788).
Trabalhadores afastados
Há um consenso entre patrões, empregados e governo sobre a importância da medida para conter o aumento das demissões, principalmente na indústria automotiva. Atualmente, cerca de 25 mil trabalhadores estão afastados por lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho), férias coletivas ou licenças remuneradas, como consequência da queda na produção de veículos. A indústria automobilística é responsável pela geração de 1,5 milhão de empregos diretos e indiretos.
No lay-off, o contrato de trabalho é suspenso por cinco meses, que podem ser prorrogados. O empregado recebe o seguro-desemprego por cinco meses. No PPE, como o trabalhador continua empregado, há continuidade na arrecadação de contribuições trabalhistas e previdenciárias e impostos, que são pagos pelas empresas e pelos trabalhadores.
Para o governo, é mais vantajoso completar uma parte dos salários dos trabalhadores e continuar arrecadando impostos do que aumentar os gastos com o seguro-desemprego.
Pressão no Congresso
A flexibilização das leis trabalhistas deve ser proposta por meio de Medida Provisória (MP), que teria efeito imediato. O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, afirma que as montadoras e os sindicatos vão pressionar o Congresso para que a MP seja aprovada e a mudança passe a valer definitivamente.
“É um programa preventivo para evitar o desemprego, que fere a dignidade do trabalhador”, diz Paulo Cayres, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos da CUT. “Deve ser uma espécie de socorro dos bombeiros, usado para apagar incêndios. Servir apenas para momentos como o de agora: a indústria está pegando fogo.” A confederação reúne 85 sindicatos em todo o País. Os sindicatos representam quase 1 milhão de trabalhadores.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, apoia a medida, embora tenha sugerido que a complementação do salário tenha como origem os recursos do adicional de 10% da multa do FGTS, pago pelas empresas em demissões sem justa causa. De acordo com ele, os cerca de R$ 3 bilhões arrecadados por ano poderiam ser usados para constituir esse fundo que seria acionado em momentos de crise sistêmica.
Ricardo Patah, presidente da UGT, diz que a terceira maior central sindical do País considera a proposta pertinente para evitar que demissões em massa da indústria automobilística causem impacto ao comércio e aos serviços – atividades de 70% dos sindicatos filiados à central. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Site Contábil
BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL FRANCISCO HÉLIO LUCENO FONTENELE
O prefeito Rodrigo Damasceno, o vice Chagas Batista e o secretário municipal de Educação, Francisco das Chagas Silva, acompanhados do deputado federal Raimundo Angelim e do senador Jorge Viana inaugurarão às 9 horas da manhã de sábado, 20 de Junho, a Biblioteca Municipal Francisco Hélio Luceno Fontenele, localizada na Rua João de Paiva, bairro Senador Pompeu – Praia. A obra no valor de R$ 234.047,43, fruto de uma emenda parlamentar do senador Jorge Viana. Na oportunidade serão realizadas atividades recreativas, apresentação de peças teatrais, corte de cabelo, pula-pula, apresentação do coral do IFAC, personagens infantis, homenagens, dentre outras atividades.
Data: 20 de Junho de 2015
Horário: 9h
Sua presença é muito importante!!!






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