Fonte: Revista Época
19/12/2015 11:04:11
O presidente do Senado, Renan Calheiros, do
PMDB de Alagoas, foi poupado do constrangimento de ser acordado por
agentes da Polícia Federal batendo a sua porta na terça-feira, quando
foi deflagrada a Operação Catilinárias. Mas duas operações diferentes,
em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Alagoas, chegaram perto de sua
soleira, por investigar afilhados seus suspeitos de desviar dinheiro
público. Um deles é Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro,
subsidiária da Petrobras, que assinou contrato com empresas que fizeram
doações para o PMDB alagoano – do qual Renan é dono. O outro é Fabrizio
Neves, sócio da gestora de recursos Atlântica, acusado de fazer negócios
irregulares que causaram prejuízos ao Postalis, o fundo de pensão dos
Correios, feudo do PMDB do Senado. ÉPOCA descobriu mais um fato que
perturba Renan: o Supremo Tribunal Federal autorizou, no último dia 9, a
quebra de seu sigilo bancário e fiscal no período de 2010 e 2014.
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